quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

A persistência


Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, inclusive dormindo na própria oficina.
Para poder continuar nos negócios, empenha as próprias jóias da esposa.
Quando apresentou o resultado final de seu trabalho a uma grande empresa, dizem-lhe que seu produto
não atende ao padrão de qualidade exigido.


Volta à escola por mais dois anos, sendo vítima da maior gozação dos seus colegas e de alguns professores que o chamavam de “visionário”.
Após dois anos, a empresa que o recusou finalmente fecha contrato com ele.
Durante a guerra, sua fábrica é bombardeada duas vezes, sendo que grande parte dela é destruída.
Reconstrói sua fábrica, mas, um terremoto novamente a arrasa.
Essa é a gota d’água e o homem desiste? Não!
Imediatamente após a guerra segue-se uma grande escassez de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de automóvel nem para comprar comida para a família.
Criativo, ele adapta um pequeno motor à sua bicicleta e sai às ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem também as chamadas “bicicletas motorizadas”.
A demanda por motores aumenta muito e logo ele fica sem mercadoria. Decide então montar uma fábrica para essa novíssima invenção.
Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país.
Como a idéia é boa, consegue apoio de mais ou menos cinco mil lojas, que lhe adiantam o capital necessário para a indústria.
Hoje a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria da automobilística japonesa, conhecida e respeitada no mundo inteiro.
Soichiro Honda
Tudo porque o Sr. Soichiro Honda, seu fundador, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que
encontrou pela frente.
Portanto, se você, como infelizmente tem acontecido com muitas pessoas, adquiriu a mania de viver reclamando, pare com isso!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

A lenda da serpente



Conta a lenda que uma vez uma serpente começou a perseguir um vaga-lume. Este, fugia rápido, com medo da feroz predadora, e a serpente nem pensava em desistir. Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada...

No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e disse a serpente:
- Posso lhe fazer três perguntas?
- Não costumo abrir esse precedente a ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar...
- Pertenço a sua cadeia alimentar?
- Não.
- Eu te fiz algum mal?
- Não
- Então, por que você quer acabar comigo?
- Porque não suporto ver você brilhar...

UM COPO DE LEITE


Um dia, um rapaz pobre que vendia mercadorias de porta em porta para pagar seus estudos, viu que só lhe restava uma simples moeda de dez centavos e tinha fome.Decidiu que pediria comida na próxima casa. Porém, seus nervos o traíram quando uma encantadora mulher jovem lhe abriu a porta.Em vez de comida pediu um copo de água. Ela pensou que o jovem parecia faminto e assim lhe deu um grande copo de leite.Ele bebeu devagar e depois lhe perguntou?- Quanto lhe devo?- Não me deves nada - respondeu ela.- Minha mãe sempre nos ensinou a nunca aceitar pagamento por uma oferta caridosa.Ele disse:- Pois te agradeço de todo coração.Quando Howard Kelly saiu daquela casa, não só se sentiu mais forte fisicamente, mas também sua fé em Deus e nos homens ficou mais forte. Ele já estava resignado a se render e deixar tudo.Anos depois essa jovem mulher ficou gravemente Doente.Os médicos locais estavam confusos. Finalmente a enviaram a cidade grande, onde chamaram um especialista para estudar sua rara enfermidade.
Chamaram ao Dr. Howard Kelly para examina-lá, quando escutou o nome do povoado donde ela viera, uma estranha luz encheu seus olhos. Imediatamente subiu do vestíbulo do hospital a seu quarto.
Vestido com a sua bata de doutor foi ver a paciente.A reconheceu imediatamente. Retornou ao quarto de observação determinado a fazer o melhor para salvar aquela vida.
À partir daquele dia dedicou atenção especial aquela paciente.Depois de uma demorada luta pela vida da enferma, ganhou a batalha.O Dr. Kelly pediu a administração do hospital que lhe enviasse a fatura total dos gastos para aprova-lá. Ele a conferiu e depois escreveu algo e mandou entrega-lá no quarto da paciente. Ela tinha medo de abri-la, porque sabia que levaria o resto da sua vida para pagar todos os gastos. Mas finalmente abriu a fatura e algo lhe chamou a atenção, pois estava escrito o seguinte:Pago totalmente faz muitos anos com um copo de leite (assinado) Dr. Howard Kelly.Lágrimas de alegria correram de seus olhos e seu coração feliz rezou assim:Graças meu Deus por que teu amor se manifestou nas mãos e nos corações humanos."A CADA UM , SEGUNDO AS SUAS OBRAS""TUDO O QUE VOCÊ DÁ PARA MUNDO, O MUNDO TE DEVOLVE"É A MAIS PURA VERDADE....

O PACOTE DE BOLACHAS


Uma moça estava a espera de seu vôo, na sala de embarque de um grande aeroporto.Como ela deveria esperar por muitas horas, resolveu comprar um livro para passar o tempo. Comprou, também, um pacote de bolachas.Sentou-se numa poltrona, na sala Vip do aeroporto, para que pudesse descansar e ler em paz.Ao lado da poltrona onde estava o saco de bolachas sentou-se um homem, que abriu uma revista e começou a ler.Quando ela pegou a primeira bolacha, o homem também pegou uma. Sentiu-se indignada mas não disse nada. Apenas pensou: “Mas que cara de pau ! Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho, para que ele nunca mais esquecesse desse atrevimento ! “A cada bolacha que ela pegava , o homem também pegava uma. Aquilo a foi deixando indignada, mas não conseguia reagir. Quando restava apenas uma bolacha, ela pensou: “ah... o que esse abusado vai fazer agora ? ”Então, o homem dividiu a última bolacha ao meio, deixando a outra metade para ela.Ah!! Aquilo era demais ! Ela estava bufando de raiva !Então, ela pegou seu livro e suas coisas e se dirigiu ao local de embarque.Quando ela se sentou, confortavelmente, numa poltrona, já no interior do avião, olhou dentro da bolsa para pegar alguma coisa; e, para sua surpresa, o seu pacote de bolachas estava lá, ainda intacto, fechadinho !Ela sentiu tanta vergonha ! Ela percebeu que a errada era ela...Ela havia se esquecido que suas bolachas estavam guardadas em sua bolsaO homem havia dividido as bolachas dele sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado.Enquanto ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar dividindo a dela com ele. E já não havia mais tempo para se explicar .. nem pedir desculpas !Quantas vezes, em nossa vida, nós é que estamos comendo a “bolacha” dos outros, e não temos consciência disso ! Antes de concluir, observe melhor! Talvez as coisas não sejam exatamente como pensa ! Não pense o que não sabe sobre as pessoas.Existem 4 coisas que não se recuperam ...a pedra ......depois de atirada!!a palavra ......depois de proferida !a ocasião ......depois de perdida !e o tempo ......depois de passado!

domingo, 27 de novembro de 2011

A caixinha



Há um tempo atrás, um homem castigou sua filhinha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado. O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-la debaixo da árvore de Natal.
Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menininha levou o presente ao seu pai e disse:
- Isto é para você, paizinho!
Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia. Gritou, dizendo:
- Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa?
A pequena menina olhou para cima, com lágrimas nos olhos, e disse:
- Oh, Paizinho, não está vazia. Eu soprei beijos dentro da caixinha. Todos para você...
O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse. Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos e sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, ele tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali...
De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós humanos temos recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos de nossos pais, filhos, irmãos e amigos...
Ninguém poderá ter uma propriedade ou posse mais bonita e importante que esta.

A CADERNETA VERMELHA



O carteiro estendeu o telegrama.José Roberto não
agradeceu e enquanto abria
o envelope, uma profunda ruga sulcou-lhe a testa.
Uma expressão mais de
surpresa do que de dor tomou-lhe conta do rosto.
Palavras breves e incisas:
- Seu pai faleceu. Enterro 18horas. Mamãe;
Jose Roberto continuou parado, olhando para o vazio.
Nenhuma lágrima lhe
veio aos olhos, nenhum aperto no coração.
Nada!Era como se houvesse morrido um estranho.
Por que nada
sentia pela morte do
velho?
Com um turbilhão de pensamentos confundido-o,
avisou a esposa, tomou
o ônibus e se foi, vencendo os silenciosos quilômetros
de estrada enquanto a
cabeça girava a mil.
No íntimo, não queria ir ao funeral e, se estava indo era apenas para que a
mãe não ficasse mais amargurada.
Ela sabia que pai e
filho não se davam bem. A coisa havia chegado ao final no dia em que, depois de mais uma chuva
de acusações, José Roberto havia feito
as malas e partido
prometendo nunca mais
botar os pés naquela casa.
Um emprego razoável, casamento, telefonemas à mãe pelo
Natal, Ano Novo ou
Páscoa...
Ele havia se desligado da família não pensava no pai e a última
coisa na vida que desejava na vida
era ser parecido com
ele.
O velório:
poucas pessoas.
A mãe está lá, pálida, gelada, chorosa.
Quando reviu o filho, as lágrimas
correram silenciosas, foi um abraço de desesperado silêncio.
Depois, ele viu o corpo sereno
envolto por um lençol de rosas vermelho,
como as que o pai gostava
de cultivar.
José Roberto não verteu uma única lágrima, o coração não pedia.
Era como estar diante de um desconhecido um estranho, um...
O funeral: o sabiá cantando, o sol se pondo.
Ele ficou
em casa com a mãe até
a noite, beijou-a e prometeu que voltaria trazendo netos e esposa para
conhecê-la.
Agora, ele poderia voltar à casa, porque
aquele que não o amava,
não estava mais lá para dar-lhe
conselhos ácidos nem para
criticá-lo.
Na hora da despedida a mãe colocou-lhe algo pequeno e retangular na mão
Há mais tempo você poderia ter recebido isto - disse.
Mas, infelizmente só
depois que ele se foi eu encontrei entre os guardados mais importantes...
Foi um gesto mecânico que, minutos depois de começar a viagem, meteu a não
no bolso e sentiu o presente.
O foco mortiço da luz do
bagageiro, revelou
uma pequena caderneta de capa
vermelha.
Abriu-a curioso. Páginas amareladas.
Na primeira, no alto, reconheceu a
caligrafia firme do
pai:
"Nasceu hoje o José Roberto.
Quase quatro quilos!
O meu primeiro filho,
um garotão!
Estou orgulhoso de ser o pai daquele
que será a minha
continuação na Terra!".
À medida que folheava, devorando cada anotação, sentia um aperto na boca do estomago, mistura de dor e perplexidade,
pois as imagens do passado ressurgiram firmes e
atrevidas como se acabassem de acontecer!
"Hoje, meu filho foi para escola.
Está um homenzinho!
Quando eu vi ele de uniforme, fiquei
emocionado e desejei-lhe um futuro
cheio de sabedoria.
A vida dele será diferente da minha,
que não pude estudar
por ter sido
obrigado a ajudar meu pai.
Mas para meu filho desejo o melhor.
Não permitirei que a vida o castigue".
Outra página
"Roberto me pediu uma bicicleta, meu salário não dá, mas ele
merece porque é estudioso e esforçado.
Fiz um empréstimo que espero pagar
com horas extras".
José Roberto mordeu os lábios.
Lembrava-se da sua intolerância,
das brigas feitas para ganhar a
sonhada bicicleta.
Se todos os
amigos ricos tinham uma,
por que ele também não poderia
ter a sua?
"É duro para um pai castigar um filho
e bem sei que ele poderá me odiar
por isso;
entretanto, devo educá-lo para
seu próprio bem."
"Foi assim que aprendi a ser um
homem honrado e esse é
o único modo que sei
de ensiná-lo".
José Roberto fechou os olhos e viu toda a cena quando por causa de uma
bebedeira, tinha ido para a cadeia e naquela noite, se o pai não tivesse
aparecido para impedi-lo de ir ao baile com os amigos...
Lembrava-se apenas do automóvel retorcido e manchado de
sangue que tinha
batido contra uma árvore...
Parecia ouvir sinos, o choro da
cidade inteira enquanto quatro caixões seguiam lugubremente para o
cemitério.
As páginas se sucediam com ora curtas, ora longas anotações,
cheias das respostas que revelam o quanto, em silêncio e amargura,
o pai o havia amado.
O "velho" escrevia de madrugada.
Momento da solidão, num grito de silêncio, porque era desse jeito que ele era,
ninguém o havia ensinado a chorar e a dividir suas dores,
o mundo esperava que fosse durão
para que não o julgassem nem
fraco e nem covarde.
E, no entanto, agora José Roberto estava tendo a prova que, debaixo daquela
fachada de fortaleza havia um coração tão terno e cheio de amor.
A última página.
Aquela do dia em que ele havia
partido:
- "Deus, o que fiz de errado para meu filho me odiar tanto?
Por que sou considerado culpado,
se nada fiz, senão tentar
transformá-lo em um homem de
bem?"
"Meu Deus, não permita que esta injustiça me atormente para sempre.
Que um dia ele possa me compreender e perdoar por eu não ter sabido ser
o pai que ele merecia ter."
Depois não havia mais anotações e as folhas em branco davam a idéia de que o
pai tinha morrido naquele momento,
José Roberto fechou
depressa a caderneta,
o peito doía.
O coração parecia haver crescido tanto,
que lutava para escapar pela boca.
Nem viu o ônibus entrar na
rodoviária, levantou aflito e
saiu quase correndo porque precisava
de ar puro para respirar
A aurora rompia no céu e mais um dia começava.
"Honre seu pai para que os dias de sua velhice sejam tranqüilos!" - certa
vez ele tinha ouvido essa frase e jamais havia refletido o na profundidade
que ela continha.
Em sua egocêntrica cegueira de
adolescente, jamais havia
parado para pensar em verdades mais profundas.
Para ele, os pais eram descartáveis e sem valor como as embalagens que são
atiradas ao lixo.
Afinal, naqueles dias de pouca reflexão
tudo era juventude, saúde, beleza,
musica, cor, alegria,
despreocupação, vaidade.
Não era ele um semideus?
Agora, porém, o tempo o havia envelhecido, fatigado e também tornado pai aquele falso herói.
De repente.
No jogo da vida, ele era
o pai e seus atuais contestadores.
Como não havia
pensado nisso antes?
Certamente por não ter tempo, pois andava muito ocupado
com os negócios,
a luta pela sobrevivência, a sede
de passar fins de
semana longe da cidade
grande, a vontade de mergulhar no silêncio sem precisar
dialogar com os
filhos.
Ele jamais tivera a idéia de comprar uma cadernetinha de capa vermelha
para anotar uma frase sobre
seus herdeiros, jamais lhe
havia passado pela cabeça escrever
que tinha orgulho daqueles
que continuam o seu nome.
Justamente ele, que se considerava o mais completo pai da Terra?
Uma onda de vergonha quase o prostrou por terra numa derradeira lição de
humildade.
Quis gritar, erguer procurando agarrar o
velho para sacudi-lo e
abraçá-lo, encontrou apenas
o vazio.
Havia uma raquítica rosa vermelha num galho no jardim de uma casa, o sol
acabava de nascer.
Então, José Roberto acariciou as
pétalas e lembrou-se da
mãozona do pai podando, adubando e cuidando com amor.
Por que nunca tinha
percebido tudo aquilo antes?
Uma lágrima brotou como o orvalho, e erguendo os olhos
para o céu dourado,
de repente, sorriu e desabafou-se
numa confissão aliviadora:
"Se Deus me mandasse escolher,
eu juro que não queria ter tido
outro pai que não fosse
você velho!
Obrigado por tanto amor, e me perdoe por
haver sido tão cego."

A ARTE DE VIVER JUNTO



Conta uma lenda dos índios sioux que, certa vez, Touro Bravo e Nuvem azul chegaram de mãos dadas à tenda do velho feiticeiro da tribo e pediram:
- Nos nos amamos e vamos nos casar. Mas nos amamos tanto que queremos um conselho que nos garanta ficar sempre juntos, que nos assegure estar um ao lado do outro até a morte. Há algo que possamos fazer?
E o velho, emocionado ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse:
- Há o que possa ser feito, ainda que sejam tarefas muito difíceis. Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte da aldeia apenas com uma rede, caçar o falcão mais vigoroso e trazê-lo aqui, com vida, até o terceiro dia depois da lua cheia. E tu, Touro Bravo, deves escalar a montanha do trono; lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as águias. Somente com uma rede deverás apanhá-la, trazendo-a para mim viva!
Os jovens se abraçaram com ternura e logo partiram para cumprir a missão.
No dia estabelecido, na frente da tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as aves.
O velho tirou-as dos sacos e constatou que eram verdadeiramente formosos exemplares dos animais que ele tinha pedido.
E agora, o que faremos? Os jovens perguntaram.
-Peguem as aves e amarrem uma à outra pelos pés com essas fitas de couro. Quando estiverem amarradas, soltem-nas para que voem livres.
Eles fizeram o que lhes foi ordenado e soltaram os pássaros. A águia e o falcão tentaram voar, mas conseguiram apenas saltar pelo terreno.
Minutos depois, irritadas pela impossibilidade do vôo, as aves arremessaram-se uma contra a outra, bicando-se até se machucar.
Então o velho disse:
-Jamais esqueçam o que estão vendo, esse é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão. Se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se como também, cedo ou tarde, começarão a machucar um ao outro.
Se quiserem que o amor entre vocês perdure, voem juntos, mas jamais amarrados.
Libere a pessoa que você ama para que ela possa voar com as próprias asas
Essa é uma verdade no casamento e também nas relações familiares, de amizades e profissionais. Respeite o direito das pessoas de voar rumo ao sonho delas.
A lição principal é saber que somente livres as pessoas são capazes de amar.

Volte Sempre

A imaginação é mais importante que a ciência, porque a ciência é limitada, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro.

Albert Einstein