O jovem Rei Arthur foi surpreendido pelo monarca do reino vizinho, enquanto caçava furtivamente em um bosque. O Rei (vizinho) poderia tê-lo matado no ato, pois tal era o catigo para quem violasse as leis da propriedade.
Contudo se comoveu ante a juventude e a simpatia de Arthur e lhe ofereceu a liberdade, desde que no prazo de um ano trouxesse a resposta a uma pergunta difícil.
A pergunta era:
O que realmente as mulheres querem?
Semelhante pergunta deixaria perplexo até o homem mais sábio, e ao jovem Arthur lhe pareceu impossível de respondê-la.
Contudo aquilo era melhor do que a morte, de modo que regressou ao seu reino e começou a interrogar as pessoas.
A princesa, a rainha, as prostitutas, os monges, os sábios, o palhaço da corte, em suma, todos, e ninguém soube dar uma resposta convincente.
Porém todos o aconselharam a consultar a velha bruxa, porque somente ela saberia a resposta.
O preço seria alto, já que a velha bruxa era famosa em todo o reino pelo exorbitante preço cobrado pelos seus serviços.
Chegou o último dia do acordado e Arthur não teve mais remédio senão recorrer a feiticeira.
Ela aceitou dar-lhe uma resposta satisfatória, com uma condição:
primeiro teria que aceitar o seu preço.
Ela queria casar-se com Gawain, o cavaleiro mais nobre da mesa redonda e o mais intimo amigo do Rei Arthur!
O jovem Arthur a olhou horrorizado:
era feíssima, tinha um só dente, desprendia um fedor que causava náuseas até a um cachorro, fazia ruídos obscenos,...nunca havia topado com uma criatura tão repugnante.
Se acovardou diante da perspectiva de pedir a um amigo de toda a sua vida para assumir essa carga terrível.
Não obstante, ao inteirar-se do pacto proposto, Gawain afirmou que não era um sacrifício excessivo em troca da vida de seu melhor amigo.
A bruxa, de sabedoria infernal, disse:
"O que realmente as mulheres querem é:
serem soberanas de suas própriasvidas!"
Todos souberam no mesmo instante que a feiticeira havia dito uma grande verdade e que o jovem Rei Arthur estaria salvo.
Assim foi.
Ao ouvir a resposta, o monarca vizinho lhe devolveu a liberdade.
Porém, que bodas tristes foram aquelas ... toda a corte assistiu e ninguém se sentiu mais desgarrado, entre o alívio e a angústia, do que o próprio Arthur.
Gawain, entretanto, se mostrou cortês, gentil e respeitoso.
A velha bruxa usou de seus piores hábitos, comeu sem usar talheres, emitiu ruídos e um mau cheiro espantoso.
Chegou a noite de núpcias.
Quando Gawain, já reparado para ir para a cama aguardava sua esposa, ... ela apareceu como a mais linda e charmosa mulher que um homem poderia imaginar!
.. Gawain ficou estupefato e lhe perguntou o que havia acontecido.
A jovem lhe respondeu com um sorriso doce, que como havia sido cortês com ela, a metade do tempo se apresentaria com aspecto horrível e a outra metade com aspecto de uma linda donzela.
Então ela lhe perguntou:
Qual ele preferiria para o dia e qual para a noite?
Que pergunta cruel ...
Gawain se apressou em fazer cálculos...
Poderia ter uma jovem adorável durante o dia para exibir a seus amigos e a noite na privacidade de seu quarto uma bruxa espantosa ou, quem sabe, ter de dia uma bruxa e uma jovem linda nos momentos íntimos de sua vida conjugal.
Vocês o que teriam preferido?
... o que teriam escolhido?
A escolha que fez Gawain está mais abaixo, porém, antes tome sua decisão.
É MUITO IMPORTANTE QUE SEJAM SINCEROS COM VOCÊS MESMOS.
? ? ? ? ?
????
O nobre Gawain respondeu que a deixaria escolher por si mesma.
Ao ouvir a resposta ela anunciou que seria uma linda jovem de dia e de noite, porque ele a havia respeitado e permitido ser dona de sua vida.
... Moral da história: * * * Não importa se a mulher é bonita ou feia,
no fundo, é sempre uma bruxa...
Ouvir e contar histórias: Desenvolve a imaginação Resgata a cultura oral e incentiva a escrita Proporciona momentos mágicos...
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
O que uma mulher quer?
EU NÃO TINHA TEMPO...
Hoje, ao atender o telefone, que insistentemente exigia atenção, o meu mundo desabou.
Entre soluços e lamentos, a voz do outro lado da linha me informava que o meu melhor amigo, meu companheiro de jornada, meu ombro camarada, havia sofrido um grave acidente, vindo a falecer quase que instantaneamente.Lembro de ter desligado o telefone e caminhado a passos lentos para meu quarto, meu refúgio particular.As imagens de minha juventude vieram quase que instantaneamente à mente.
A faculdade, as bebedeiras, as conversas até altas horas da noite, as confidências ao pé-do-ouvido, as colas, a cumplicidade, os sorrisos... As risadas... eram fáceis de surgir naquela época.Lembrei da formatura, de um novo horizonte surgindo...Das lágrimas de despedidas, e principalmente, das promessas de novos encontros.Lembro a promessa de que eu nunca seria esquecido.E realmente, nunca fui.
Perdi a conta das vezes em que ele carinhosamente me ligava, ou das mensagens - que nunca respondia - que ele constantemente me enviava, enchendo minha caixa postal de mensagens e de esperanças.
Apesar do esforço para vasculhar minha mente, não consegui me lembrar de uma só vez em que peguei o telefone para ligar e dizer a ele o quanto era importante para mim contar com a sua amizade.
Afinal, eu era uma pessoa muito ocupada. Eu não tinha tempo...
Não lembro de uma só vez em que me preocupei de procurar um texto edificante e enviar para ele, ou qualquer outro amigo, com o intuito de tornar o seu dia melhor.
Eu não tinha tempo...
Não lembro de ter feito qualquer tipo de surpresa, como aparecer de repente com uma garrafa de vinho e um coração aberto disposto a ouvir.
Eu não tinha tempo...
Não lembro de qualquer dia em que eu estivesse disposto a ouvir os seus problemas.
Eu não tinha tempo...
Acho que eu nunca sequer imaginei que ele tinha problemas.Só agora vejo com clareza o meu egoísmo.Talvez - e este talvez vai me acompanhar eternamente - se eu tivesse prestado um pouco de atenção e despendido um pouquinho do meu sagrado tempo.Talvez ele, que sempre inundou o meu mundo com sua iluminada presença, estivesse se sentindo sozinho.
Até mesmo as mensagens engraçadas que ele constantemente mandava poderiam ser seu jeito de pedir ajuda.Estas indagações que inundam agora o meu ser nunca mais terão resposta.
A minha falta de tempo me impediu de respondê-las.
Agora, lentamente escolho uma roupa preta - digna do meu estado de espírito e pego o telefone. Aviso o meu chefe de que não irei trabalhar hoje e quem sabe nem amanhã, nem depois...
Pois irei tirar o dia para homenagear com meu pranto a uma das pessoas que mais amei nesta vida.
Ao desligar o telefone, com surpresa eu vejo, entre lágrimas e remorsos, de que para isto, para acompanhar durante um dia inteiro o seu corpo sem vida, eu TIVE TEMPO!
Descobri que se você não toma as rédeas de sua vida o tempo te engole e te escraviza.Trabalho com o mesmo afinco de sempre, mas somente sou "o profissional" durante o expediente normal.Fora dele, sou um ser humano. Nunca mais minhas mensagens recebidas ficaram sem pelo menos um "oi" de retorno.
Procuro constantemente encher a caixa eletrônica dos meus amigos com mensagens de amizade, humor e dias melhores.Escrevo cartões de aniversário e de natal, sempre lembro as pessoas de como elas são importantes para mim.
Abraço constantemente meus irmãos e minha família, pois os laços que nos unem são eternos.Esses momentos costumam desaparecer com o tempo, e todo o cuidado é pouco.Distribuo sorrisos e abraços a todos que me rodeiam - afinal, para que guardá-los?
Aprendendo a viver...
Que crescer não significa fazer aniversário.
Que o silêncio é a melhor resposta, quando se ouve uma bobagem.
Que amigos a gente conquista mostrando o que somos.
Que os verdadeiros amigos sempre ficam com você até o fim.
Que a maldade se esconde atrás de uma bela face.
Que não se espera a felicidade chegar, mas se procura por ela.
Que, quando penso saber de tudo ainda não aprendi nada.
Que a Natureza é a coisa mais bela na Vida.
Que amar significa se entregar por inteiro...
Que um só dia pode ser mais importante que muitos anos.
Que se pode conversar com estrelas...
Que se pode confessar com a Lua...
Que se pode viajar além do infinito...
Que dar um carinho também faz...
Que sonhar é preciso...
Que se deve ser criança a vida toda...
Que nosso ser é livre...
Que Deus não proíbe nada em nome do amor...
Que o julgamento alheio não é importante.
Que o que realmente importa é a Paz interior.
E finalmente, aprendi que não se pode morrer,
pra se aprender a viver...
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Um Velho Pedreiro...
Um velho pedreiro que construía casas estava pronto para se aposentar. Ele informou o chefe, do seu desejo de se aposentar e passar mais tempo com a sua família. Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar. A empresa não seria muito afetada pela saída do pedreiro mas o chefe estava triste em ver um bom funcionário partindo e ele pediu ao pedreiro para trabalhar em mais um projeto como um favor. O pedreiro não gostou mas acabou concordando. Foi fácil ver que ele não estava entusiasmado com a idéia. Assim ele prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando materiais inadequados. Foi uma maneira negativa dele terminar a carreira. Quando o pedreiro acabou, o chefe veio fazer a inspeção da casa construída. Depois deu a chave da casa ao pedreiro e disse: "Esta é a sua casa. Ela é o meu presente para você". O pedreiro ficou muito surpreendido. Que pena! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito tudo diferente.... O mesmo acontece conosco. Nós construímos nossa vida, um dia de cada vez e muitas vezes fazendo menos que o melhor possível na sua construção. Depois, com surpresa, nós descobrimos que precisamos viver na casa que nós construímos. Se pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente. Mas não podemos voltar atrás. Tu és o pedreiro. Todo dia martelas pregos, ajustas tábuas e constróis paredes. Alguém já disse que: "A vida é um projeto que você mesmo constrói". Tuas atitudes e escolhas de hoje estão construindo a "casa" em que vai morar amanhã. Portanto a construa com sabedoria! E lembre-se: Trabalhe como se não precisasse do dinheiro. Ame como se nunca tivessem lhe magoado antes. Dance como se ninguém estivesse olhando. E passe esta mensagem para alguém que consideras de verdade. |
Para quem é pai/mãe e para aqueles que o serão... Texto de Affonso Romano de Sant'Anna

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos seus próprios filhos.
É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados. Crescem sem pedir licença à vida.
Crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância. Mas não crescem todos os dias de igual maneira. Crescem de repente.
Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu?
Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços e o primeiro uniforme do Maternal?
A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil.
E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça! Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes sobre patins e cabelos longos,soltos. Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros.Ali estamos, com os cabelos esbranquiçados.
Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas,das notícias, e da ditadura das horas. E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros.
Principalmente com os erros que esperamos que não repitam.
Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos próprios filhos.
Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas.
Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô.
Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas.
Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, pôsteres, agendas coloridas e discos ensurdecedores.
Não os levamos suficientemente ao Playcenter, ao Shopping, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado.
Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.
No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscina e amiguinhos.
Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e cantorias sem fim. Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma e os primeiros namorados.
Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas "pestes".
Chega o momento em que só nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito (nessa hora, se a gente tinha desaprendido, reaprende a rezar) para que eles acertem nas escolhas em busca de felicidade.
E que a conquistem do modo mais completo possível.
O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos.
O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco.
Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho.
Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto. Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.
Aprendemos a ser filhos depois que somos pais.
Só aprendemos a ser pais depois que somos avós..."
Nossos velhos
de eles serem cuidados e mimados por nós,
nossa confiança, a confiança de que seriam indestrutíveis como os super-heróis.
como sempre foi. .
É uma enrascada essa tal de passagem do tempo.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
uma pedra que emitia um brilho diferente de todas as que ele já conhecera.
Impressionado, decidiu levá-la para casa.
Era uma pedra do tamanho de um limão e pertencia a uma fada,
que a perdera por aqueles caminhos, em seu passeio matinal.
Era a Pedra da Felicidade.
Possuía o poder de transformar desejos em realidade.
A fada, ao se dar conta de que havia perdido a pedra, consultou sua fonte de adivinhação e viu o que havia ocorrido.
Avaliou o poder mágico da pedra e, como a pessoa que a havia
encontrado era um jovem de família pobre e sofredora,
concluiu que a pedra poderia ficar em seu poder,
despreocupando-se quanto à sua recuperação.
Decidiu ajudá-lo. Apareceu ao moço em sonho e disse-lhe que
a pedra tinha poderes para atender a três pedidos:
um bem material, uma alegria e uma caridade.
Mas que esses benefícios somente poderiam
ser utilizados em favor de outras pessoas.
Para atingir o intento, cabia-lhe pensar no pedido
e apertar a pedra entre as mãos.
O moço acordou desapontado.
Não gostou de saber que os poderes da pedra somente poderiam
ser revertidos em proveito dos outros.
Queria que fossem para ele.
Tentou pedir alguma coisa para si,
apertando a pedra entre as mãos, sem êxito.
Assim, resolveu guardá-la, sem muito interesse em seu uso.
Os anos se passaram e este moço tornou-se bem velhinho.
Certo dia, rememorando seu passado
concluiu que havia levado uma vida infeliz,
com muitas dificuldades, privações e dissabores.
Tivera poucos amigos, porém, reconhecia ter sido muito egoísta.
Jamais quisera o bem para os outros.
Antes, desejava que todos sofressem tanto quanto ele.
Reviu a pedra que guardara consigo durante
quase toda sua existência;
lembrou-se do sonho e dos prováveis poderes da pedra.
Decidiu usá-la, mesmo sendo em proveito dos outros.
Assim, realizou o desejo de uma jovem, disponibilizando-lhe um bem material.
Proporcionou uma grande alegria a uma mãe revelando
o paradeiro de uma filha há anos desaparecida e,
por último, diante de um doente,
condoeu-se de suas feridas, ofertando-lhe a cura.
Ao realizar o terceiro benefício, aconteceu o inesperado:
a pedra transformou-se numa nuvem de fumaça e,
em meio a esta nuvem, a fada -
vista no sonho que tivera logo ao achar a pedra - surgiu, dizendo:
- Usaste a Pedra da Felicidade.
O que me pedires, para ti, eu farei.
Antes, devias fazer o bem aos outros, para mereceres o
atendimento de teu desejo.
Por que demoraste tanto tempo para usá-la?
O homem ficou muito triste ao entender o que se passara.
Tivera em suas mãos, desde sua juventude,
a oportunidade de construir uma vida plena de felicidade,
mas, fechado em seu desamor jamais pensara
que fazendo o bem aos outros colheria o bem para si mesmo.
Lamentando o seu passado de dor e seu erro em desprezar os outros,
pediu comovido e arrependido:
- Dá-me, tão somente,
a felicidade de esquecer o meu passado egoísta.
(Fonte: "Histórias que ninguém contou,
terça-feira, 22 de setembro de 2009
A Mamãe Camelo e seu bebê.
Uma mãe e um bebê camelo estavam por ali, à toa,quando de repente o bebê camelo perguntou:
Mãe, mãe, posso te perguntar umas coisas?
Claro! O que está incomodando o meu filhote?
Porquê os camelos têm corcova?
Bem, meu filhinho, nós somos animais do deserto, precisamos das corcovas para reservar água e por isso mesmo somos conhecidos por sobreviver sem água.
Certo, e porquê nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?
Filho, certamente elas são assim para permitir caminhar no deserto.
Com essas pernas eu posso me movimentar pelo deserto melhor do que qualquer um! disse a mãe, toda orgulhosa.
Certo! Então, porquê nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles atrapalham minha visão.
Meu filho! Esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora para os olhos.
Eles ajudam na proteção dos seus olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto! disse a mãe com orgulho nos olhos.
Tá. Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto.
Então que diabos estamos fazendo aqui no Zoológico???????
Moral da história
"Habilidade, conhecimento, capacidade e experiências
são úteis se você estiver no lugar certo!"
(ONDE você está agora ???)
A vaca

Um mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma boa visita. Durante o percurso, falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos também com as pessoas que mal conhecemos. Chegando ao sítio, constatou a pobreza do lugar, sem calçamento, casa de madeira e viu os moradores: um casal e seus três filhos vestidos com roupas rasgadas e sujas. Ao se aproximar do dono do sítio, perguntou: "Neste lugar não há sinais de comércio e de trabalho; como o senhor e sua família sobrevivem aqui?" Calmamente o homem respondeu: "Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos e a outra nós produzimos queijo, coalhada, etc, para nosso consumo. E assim vamos sobrevivendo." O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos e depois se despediu e foi embora. No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou: "Pegue a vaca, leve-a ao precipício ali em frente, empurre-a e jogue-a lá em baixo." O jovem arregalou os olhos espantadíssimo! Questionou o mestre sobre o fato da vaca ser o único meio de sobrevivência daquela família mas como recebeu apenas um silêncio profundo do mestre cumpriu a ordem: empurrou a vaca morro abaixo e a viu morrer. Aquela cena ficou marcada na memória do jovem discípulo durante anos. Um belo dia, resolveu largar tudo o que havia aprendido com seu mestre e voltar naquele mesmo lugar para contar àquela família o que acontecera, pedir perdão e ajudá-los no que fosse possível. Assim fez e quando se aproximava do local avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado imaginando que aquela família tivera de vender o sítio para sobreviver. Apertou o passo e chegando lá foi recebido por um caseiro muito simpático a quem perguntou sobre a família que ali morava há alguns anos e o caseiro respondeu: "continuam morando aqui." Muito espantado, ele entrou correndo na propriedade e viu que era a mesma família que visitara antes com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao dono do sítio: "como o senhor melhorou tanto aquele sítio e está bem de vida?" O dono do sítio, muito entusiasmado respondeu: "nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daí em diante, tivemos que fazer outras coisas desenvolvendo habilidades que nem sabíamos que possuímos e alcançamos o sucesso que os seus olhos vislumbram agora."
TODOS NÓS TEMOS UMA VAQUINHA QUE NOS DÁ ALGUMA COISA BÁSICA PARA A SOBREVIVÊNCIA E CONVIVEMOS COM A ROTINA. DESCUBRA, COM AS INFORMAÇÕES QUE VOCÊ RECEBERA NESTE TEXTO QUAL É A SUA VAQUINHA E A EMPURRE MORRO ABAIXO! Seja feliz!!!!!!
A Lição

Éramos a única família no restaurante com uma criança.
Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e notei que todos estavam tranqüilos, comendo e conversando.
De repente, Daniel gritou animado, dizendo: "Ola, amigo!", batendo na mesa com suas mãozinhas gordas.
Seus olhos estavam bem abertos pela admiração e sua boca mostrava a falta de dentes.
Com muita satisfação, ele ria, se retorcendo.
Eu olhei em volta e vi a razão de seu contentamento.
Era um homem andrajoso, com um casaco jogado nos ombros: sujo, engordurado e rasgado.
Suas calcas eram trapos com as costuras abertas ate a metade, e seus dedos apareciam através do que foram, um dia, os sapatos. Sua camisa estava suja e seu cabelo não havia sido penteado por muito tempo. Seu nariz tinha tantas veias que parecia um mapa.
Estávamos um pouco longe dele para sentir seu cheiro, mas asseguro que cheirava mal.
Suas mãos começaram a se mexer para saudar. "Ola, neném. Como esta você?", disse o homem a Daniel. Minha esposa e eu nos olhamos:
"Que faremos?".
Daniel continuou rindo e respondeu,
"Ola, ola, amigo".
Todos no restaurante nos olharam e logo se viraram para o mendigo.
O velho sujo estava incomodando nosso lindo filho.
Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o nosso filho como um bebe. Ninguém acreditava que o que o homem estava fazendo era simpático.
Obviamente,ele estava bêbado.
Minha esposa e eu estávamos envergonhados. Comemos em silencio; menos Daniel que estava superinquieto e mostrando todo o seu repertorio ao desconhecido, a quem conquistava com suas criancices.
Finalmente, terminamos de comer e nos dirigimos a porta. Minha esposa foi pagar a conta e eu lhe disse que nos encontraríamos no estacionamento.
O velho se encontrava muito perto da porta de saída.
"Deus meu, ajuda-me a sair daqui antes que este louco fale com Daniel", disse orando, enquanto caminhava perto do homem.
Estufei um pouco peito, tratando de sair sem respirar nem um pouco do ar que ele pudesse estar exalando.
Enquanto eu fazia isto, Daniel se voltou rapidamente na direção onde estava o velho e estendeu seus braços na posição de "carrega-me".
Antes que eu pudesse impedir, Daniel se jogou dos meus braços para os braços do homem.
Rapidamente, o velho fedorento e o menino consumaram sua relação de amor.
Daniel, num ato de total confiança, amor e submissão, recostou sua cabeça no ombro do desconhecido.
O homem fechou os olhos e pude ver lagrimas correndo por sua face.
Suas velhas e maltratadas mãos cheias de cicatrizes, dor e trabalho duro, suave, muito suavemente, acariciavam as costas de Daniel.
Nunca dois seres haviam se amado tão profundamente em tão pouco tempo.
Eu me detive, aterrado. O velho homem, com Daniel em seus braços, por um momento abriu seus olhos e olhando diretamente nos meus, me disse com voz forte e segura:
"Cuide deste menino".
De alguma maneira, com um imenso no na garganta, eu respondi:
"Assim o farei". Ele afastou Daniel de seu peito, lentamente, como se sentisse uma dor.
Peguei meu filho e o velho homem me disse:
"Deus o abençoe, senhor. você me deu um presente maravilhoso". não pude dizer mais que um entrecortado "obrigado".
Com Daniel nos meus braços, caminhei rapidamente ate o carro. Minha esposa perguntava por que eu estava chorando e segurando Daniel tão fortemente, e por que estava dizendo:
"Deus meu, Deus meu, me perdoe".
Eu acabava de presenciar o amor de Cristo através da inocência de um pequeno menino que não viu pecado, que não fez nenhum juízo; um menino que viu uma alma e uns adultos que viram um montão de roupa suja.
Eu fui um cristão cego carregando um menino que não era.
Eu senti que Deus estava me perguntando:
"Estas disposto a dividir seu filho por um momento?", quando Ele compartilhou Seu Filho por toda a eternidade.
Uma lenda, um acalanto .......

Não sei se é verdade...e não importo-me com isso.
Não precisa ser.....
Foi há muito tempo atrás...depois do mundo ser criado
e da vida completá-lo.
Num dia, numa tarde de céu azul e calor ameno.
Um encontro entre Deus e um de seus incontáveis anjos.
Acredita?
Deus estava sentado, calado. Sob a sombra de um pé de jabuticaba.
Lentamente sem pecado, Deus erguia suas mãos
então colhia uma ou outra fruta.
Saboreava sua criação negra e adocicada.
Fechava os olhos e pensava.
Permitia-se um sorriso piedoso.
Mantinha seu olhar complacente.
Foi então que das nuvens um de seus muitos arcanjos
desceu e veio em sua direção.
Já ouviu a voz de um anjo?
É como o canto de mil baleias.
É como o pranto de todas as crianças do mundo.
É como o sussurro da brisa.
Ele tinha asas lindas....brancas, imaculadas.
Ajoelhou-se aos pés de Deus e falou.
"Senhor...visitei sua criação como pediu.
Fui a todos os cantos.
Estive no sul, no norte.
No leste e oeste.
Vi e fiz parte de todas as coisas.
Observei cada uma de suas crianças humanas.
E por ter visto vim até o Senhor....para tentar entender.
Por que? Por que cada uma das pessoas sobre a terra
tem apenas uma asa?
Nós anjos temos duas...
podemos ir até o amor que o Senhor representa
sempre que desejarmos.
Podemos voar para a liberdade sempre que quisermos.
Mas os humanos com sua única asa não podem voar.
Não podem voar com apenas uma asa..."
Deus na brandura dos gestos, respondeu pacientemente ao seu anjo.
"Sim...eu sei disso. Sei que fiz os humanos com apenas uma asa..."
Intrigado, com a consciência absoluta de seu Senhor o anjo queria
entender e perguntou.
"Mas por que o Senhor deu aos homens apenas uma asa quando são
necessárias duas asas para poder-se voar....para poder-se ser livre?"
Conhecedor que era de todas as respostas Deus
não teve pressa para falar.
Comeu outra jabuticaba, obscura e suave.
Então respondeu...
"Eles podem voar sim meu anjo.
Dei aos humanos apenas uma asa para que eles
pudessem voar mais e melhor
que Eu ou vocês meus arcanjos....
Para voar, meu amigo, você precisa de suas duas asas...
Embora livre, sempre estará sozinho.
Talvez da mesma maneira que Eu....
Mas os humanos....os humanos com sua única asa
precisarão sempre dar as mãos para alguém
a fim de terem suas duas asas.
Cada um deles tem na verdade
um par de asas....
uma outra asa em algum lugar do mundo que completa o par.
Assim eles aprenderão a respeitarem-se pois
ao quebrar a única asa de outra pessoa podem
estar acabando com as suas próprias chances de voar.
Assim meu anjo, eles aprenderão a amar
verdadeiramente outra pessoa...
aprenderam que somente permitindo-se amar eles poderão voar.
Tocando a mão de outra pessoa em um abraço
correto e afetuoso eles
poderão encontrar a asa que lhes falta...
e poderão finalmente voar.
Somente através do amor irão chegar até onde estou...
assim como você meu anjo.
E eles nunca....nunca estarão sozinhos quando forem voar."
Deus silenciou em seu sorriso.
O anjo compreendeu o que não precisava ser dito.
E assim sendo, no fim desse conto,
espero que um dia você encontre a sua outra asa.
Para finalmente poder voar.
(Moacir Novaes )
Se eu pudesse...
deixaria aceso o sentimento de amar a vida dos seres humanos .
A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo a fora.
Lembraria os erros que foram cometidos
para que não mais se repetissem.
A capacidade de escolher novos rumos.
Deixaria para você se pudesse ,
o respeito àquilo que é indispensável;
ALÉM DO PÃO , O TRABALHO
Além do trabalho...A Ação.
E , quando tudo mais faltasse , um segredo:
O de buscar no interior de si mesmo
a resposta e a força para encontrar a saída.
(GANDI)
QUANTOS AMIGOS VOCÊ TEM?!?
Um velho voltou-se para mim e perguntou:
"Quantos amigos você tem?"
Uns dez ou vinte por quê?
Ele levantou-se com esforço e
tristemente agitou a cabeça...
"Você é uma garota de sorte para ter tantos amigos..."
disse ele.
Existe uma coisa que você não sabe,
um amigo não é apenas alguém
para quem você diz "olá"...
Um amigo é um ombro tenro no qual se chora suavemente...
Um poço para levantar seu espírito bem alto...
Um amigo é uma mão para te puxar para fora...
Da escuridão e desespero...
Quando todos os outros "supostos" amigos ajudaram a te
colocar lá.
Um amigo verdadeiro é um aliado que não pode ser movido
ou comprado...
Uma voz que deixa seu nome vivo quando outros o
esquecem...
"E responda mais uma vez...
Quantos amigos você tem????"
E então ele se levantou e me olhou
esperando a resposta...
Suavemente respondi:
"Se eu tiver sorte... Eu terei você!!"
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
A literatura
Uma Fábula Sobre a Fábula
Allahur Akbar! Allahur Akbar!
(Deus é Grande)
Q uando Deus criou a mulher, criou também a Fantasia. Um dia, a Verdade resolveu visitar um grande palácio. E havia de ser o próprio palácio em que morava o sultão Harum Al Raschid.
Envoltas as lindas formas num véu claro e transparente, foi ela bater à porta do rico palácio em que vivia o glorioso senhor das terras muçulmanas. Ao ver aquela formosa mulher, quase nua, o chefe dos guardas perguntou-lhe:
- Quem és?
- Sou a Verdade! - respondeu ela, com voz firme. - Quero falar ao vosso amo e senhor, o sultão Harum Al-Raschid, o sheik do Islã!
O chefe dos guardas, zeloso da segurança do palácio, apressou-se em levar a nova ao grão-vizir:
- Senhor - disse, inclinando-se humilde -, uma mulher desconhecida, quase nua, quer falar ao nosso soberano, o sultão Harum Al-Raschid, Príncipe dos Crentes.
- Como se chama?
- Chama-se a Verdade!
- A Verdade! - exclamou o grão-vizir, subitamente assaltado de grande espanto. - A Verdade quer penetrar neste palácio! Não! Nunca! Que seria de mim, que seria de todos nós, se a Verdade aqui entrasse? A perdição, a desgraça nossa! Diz-lhe que uma mulher nua, despudorada, não entra aqui!
Voltou o chefe dos guardas com o recado do grão-vizir e disse à Verdade:
- Não podes entrar, minha filha. A tua nudez iria ofender o nosso califa. Com ares impudicos não poderás ir à presença do Príncipe dos Crentes, o nosso glorioso sultão Harum Al-Raschid. Volta pois, pelos caminhos de Allah!
Vendo que não conseguiria realizar o seu intento, ficou muito triste a Verdade, e afastou-se lentamente do grande palácio do magnânimo sultão Harum Al-Raschid, cujas portas se fecharam à diáfana formosura!
Mas…
Allahur Akbar! Allahur Akbar! (Deus é Grande)
Quando Deus criou a mulher, criou também a obstinação. E a Verdade continuou a alimentar o propósito de visitar um grande palácio. E havia de ser o próprio palácio em que morava o sultão Harum Al-Raschid…
Cobriu as peregrinas formas de um couro grosseiro como os que usam os pastores e foi novamente bater à porta do suntuoso palácio em que vivia o glorioso senhor das terras muçulmanas.
Ao ver aquela formosa mulher grosseiramente vestida com peles, o chefe dos guardas perguntou-lhe.
- Quem és?
- Sou a Acusação! – respondeu ela, em tom severo. Quero falar ao vosso amo e senhor, o sultão Harum Al-Raschid. Comendador dos Crentes.
O chefe dos guardas, zeloso da segurança do palácio, correu a entender-se com o grão-vizir.
- Senhor – disse, inclinando-se humilde -, uma mulher desconhecida, o corpo envolto em grosseiras peles, deseja falar ao nosso soberano, o sultão Harum Al-Raschid.
- Como se chama?
- A Acusação!
- A Acusação? – repetiu o grão-vizir, aterrorizado. – A Acusação quer entrar neste palácio? Não! Nunca! Que seria de mim, que seria de todos nós, se a Acusação aqui entrasse! A perdição, a desgraça nossa! Diz-lhe que uma mulher, sob vestes grosseiras de um zagal, não pode falar ao Califa, nosso amo e senhor.
Voltou o chefe dos guardas com a proibição do grão-vizir e disse à Verdade:
- Não podes entrar, minha filha. Com essas vestes grosseiras, próprias de um beduíno rude e pobre, não poderás falar ao nosso amo e senhor, o sultão Harum Al-Raschid. Volta, pois, em paz, pelos caminhos de Allah.
Vendo que não conseguiria realizar o seu intento, ficou ainda mais triste a Verdade e afastou-se vagarosamente do grande palácio do poderoso Harum Al-Raschid, cuja cúpula cintilava aos últimos clarões do sol poente.
Mas…
Allahur Akbar! Allahur Akbar! (Deus é Grande)
Quando Deus criou a mulher criou também o capricho.
E a Verdade entrou-se do vivo desejo de visitar um grande palácio. E havia de ser o próprio palácio em que morava o sultão Harum Al-Raschid.
Vestiu-se com riquíssimos trajes, cobriu-se com jóias e adornos, envolveu o rosto em um manto diáfano de seda e foi bater à porta do palácio em que vivia o glorioso senhor dos Árabes.
Ao ver aquela encantadora mulher, linda como a quarta lua do mês de Ramadã, o chefe dos guardas perguntou-lhe:
- Quem és?
- Sou a Fábula – respondeu ela, em tom meigo e mavioso. – Quero falar ao vosso amo e senhor, o generoso sultão Harum Al-Raschid, Emir dos Árabes!
O chefe dos guardas, zeloso da segurança do palácio, correu, radiante, a falar com o grão-vizir.
- Senhor – disse, inclinando-se, humilde -, uma linda e encantadora mulher, vestida como uma princesa, solicita audiência de nosso amo e senhor, o sultão Harum Al-Raschid, Emir dos Crentes.
- Como se chama?
- Se chama Fábula!
- A Fábula! – exclamou o grão-vizir, cheio de alegria. – A Fábula quer entrar neste palácio! Allah seja louvado! Que entre! Bem-vinda seja a encantadora Fábula. Cem formosas escravas irão recebê-la com flores e perfumes. Quero que a Fábula tenha, neste palácio, o acolhimento digno de uma verdadeira rainha!
E abertas de par em par as portas do grande palácio de Bagdá, a formosa peregrina entrou.
E foi assim, sob o aspecto da Fábula, que a Verdade conseguiu aparecer ao poderoso califa de Bagdá, o sultão Harum Al-Raschid, Vigário de Allah e senhor do grande império muçulmano.
Lenda árabe
recontada por Malba Tahan
Volte Sempre
A imaginação é mais importante que a ciência, porque a ciência é limitada, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro.
Albert Einstein